Andava eu nas minhas pesquisas quando encontrei este delicioso "konto".
" Branca de Neve e os sete Baixinhos"
Os nossos tempos mudam e os nossos contos ficaram para trás… Sem mudar a essência dos contos clássicos, apresento-vos a mesma história de forma agradável, com a nossa linguagem usual…
" Branca de Neve e os sete Baixinhos"
Os nossos tempos mudam e os nossos contos ficaram para trás… Sem mudar a essência dos contos clássicos, apresento-vos a mesma história de forma agradável, com a nossa linguagem usual…

- Espelho mágico, espelho meu, há alguém mais grossa do que eu?
O espelho dizia sempre que não, mas houve um dia que ele se cortou e gabou a boa da enteada.
A Branca levava uma vida de cão, parecia que vivia num xelindró, quase sem tempo para enviar umas mensagens por télélé. Perante tal desatino só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta mandava-lhe bué de cortes.
Mas de alguns dias para cá, a garina andava toda contente, pois andava um gandq borracho a mirá-la.
Com aquela cena a madrasta ficou "feita num oito" e mandou um ranso dum caçador levar a Branca pró mato e trazer o seu coração numa caixinha.
O gajo ainda teve prestes a esfaqueá-la mas deu-lhe uma de ser bonzinho e deixou-a fugir, cançando de seguida um lebre, para retirar o coração e fazê-lo passar pelo da Branca.

Os baixinhos ainda buliam na mina, por isso não estava ninguém na casinha.
Ora, a gajika resolveu entrar e encontrando tudo de pantanas, deu um jeitinho à casa, depois foi arrochar prás camas dos baixinhos.
Uma beka mais tarde, os bacanos voltam par casa e vêem a Branca a xonar. Ela acorda e bate um papo com eles sobre a vida dela. Os bacanos morderam o esquema e deixaram-na ficar.
Já no castelo, a cota descobriu que a Branca ainda estava viva, e deu-lhe logo um vaipe. Ora a cota estava toda danada com a cena e endronhou um alto plano. Fez uma mixórdia verde que bebeu de seguida, transformando-se numa ganda velha. Pegou numa maçã e envenenou-a.
Depois foi toda pirosa até à casa dos baixinhos.
Enquanto isso, na casa dos bacanos, a Branca encontrava-se sozinha. Até que a Bruxa da velha aparece e dá-lhe a maçã, a Branca mordeu o isco, e trancou-lhe uma trinca. O que fez com que lhe desse logo um treco. A bruxa toda lambida deu de frosques.

A dama começou a ganhar calores e acordou do seu sono. A garina e o chavalo curtiram-se bués. Ora a bruxa levou o bucho. Mas a maior flexada foi que o casalinho foi buéréré de feliz.
